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A Águas do Piauí executou uma extensão de cerca de 350 metros de rede na Avenida Teresina, em Luís Correia, para atender ao Porto Piauí. O serviço também beneficiará aproximadamente 15 residências localizadas no trecho e que ainda não contavam com rede de abastecimento da concessionária.
O gerente executivo da Regional Litoral da Águas do Piauí, Célio Damásio, destaca que o compromisso da concessionária em ampliar o acesso à água tratada, de qualidade e com mais segurança para os piauienses acompanha o avanço do Estado. “Trazer água potável para o Porto Piauí significa também contribuir para o desenvolvimento econômico do Estado”, completa.

Para a Companhia Porto Piauí, a chegada da rede de abastecimento de água é essencial para os trabalhos que estão sendo executados. Atualmente, o Porto Piauí se prepara para iniciar as operações comerciais e avança na construção da infraestrutura necessária que permitirá a instalação de outras empresas no complexo, como as unidades de beneficiamento de pescado e fábricas de gelo do Terminal Pesqueiro, estruturas que dependem de um abastecimento eficiente e constante.
A Companhia informa ainda que uma das obras futuras do Porto é a construção de um castelo d’água para abastecer todo o complexo portuário e, quando o Porto de Luís Correia estiver em plena atividade, irá receber centenas de pessoas vindas de empresas e seguimentos diferentes diariamente, além das embarcações que precisarão se abastecer de água para as tripulações antes de cada partida.
Mais melhorias
Luís Correia vem recebendo diversas melhorias em seu sistema de abastecimento desde que a Águas do Piauí assumiu as operações. A cidade recebeu reforço no final de ano, férias de janeiro e Carnaval com as ações da operação Águas no Litoral, que garantiu a regularidade do fornecimento no período de maior movimentação da região.
Mês passado, foi instalado um novo sistema de bombeamento (booster) no município, beneficiando, sobretudo, os moradores dos bairros Cearazinho, Rancho Alegre, Centro, Beira Mar, Campos, Alto Bonito e Santa Luzia. Estas regiões sofriam com desafios históricos de abastecimento e passaram a contar com mais água chegando com regularidade e pressão às suas residências.
